quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Supere-se
Esse prefixo "super" é interessante. Dá pra vê-lo na palavra "superação".
2009 foi um ano marcante. Houve mudanças de postura, de comportamento, de vida. Aqueles que se esbaldavam sem preocupação, vivendo lances inesperados e luxuriosos, hoje são ladies e gentlemen. Não que estejam presos a um padrão, mas se superaram, vivendo elegantemente, sem exageros. Uma vida na medida.
Por outro lado, o prefixo "sub", como em "submissão", já não é tão interessante assim. Às vezes, precisamos nos submeter a certas situações não tão agradáveis. Uma delas é a perda. Perder amigos, perder amores... Perder uma noite inteira com uma pessoa que lhe promete mundos e fundos (Odeio isso!).
Mas mesmo que as palavras acima transmitam ideias antagônicas, por quê não submeter-se a espera para superar a impaciência? É tão ruim assim fazer papel de idiota em prol de um bem maior?
Minha experiência me mostrou que todas as tentativas foram válidas, mesmo que nem sempre acertadas. Na maioria delas, fui um completo babaca, mas me trouxeram de volta a alegria antes distante.
Você não precisa concordar comigo, e sabe bem disso. Mas eu jamais poderia, logo hoje, no fim desse ano, não lhe deixar palavras para refletir.
Se seu intento é futil, sinceramente, desista dele! Mas se é nobre, se é uma história leblonística digna de Manoel Carlos, ou até mesmo um dramalhão mexicano, mesmo assim, vale a pena.
Eu sei.
P.S.: Prefiro que seja uma história de Manoel Carlos kkkkkkkkkkkkk
domingo, 20 de dezembro de 2009
Desabafo
Você me conhece?
Acho que não!
Nem eu me conheço totalmente.
Você olha nos meus olhos e vê paz,
Mas há muita coisa por trás desses óculos.
Você se encanta com meu jeito manso de ser,
Mas, por dentro, escondo um vulcão adormecido.
Sei ser paciente e também tempestivo.
Sorrio pra você do mesmo modo que fecho meu semblante.
Minha alegria é tão evidente quanto minha insatisfação.
Sei a diferença entre sinceridade e "forçar a barra".
Entre amor e paixão.
Entre fazer amor e fazer sexo.
E saiba de uma coisa:
Jamais serei novamente apenas um CORPO para você!
Mudanças
Quem eu sou?
Meu rosto já não é como antes.
Tampouco eu.
Folheio um livro
Buscando algo que me alente.
Luto com minhas lágrimas.
Não quero comover ninguém
Nem divulgar meu lamento,
Mas é aqui,
Na solidão do meu quarto
Que reflito sobre meus dias.
Amigos são benvindos.
Amores, idem.
Mas minha convicta reclusão
Tem-me feito crescer.
Mudo meus traços,
Mudo meus hábitos,
Mudo o imutável.
Traço outros passos,
Habituo-me em novos braços...
Conheço a mim.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Humano

Vivo no limiar de minha loucura,
Vago na chuva, na noite, sempre à procura.
Deixei de lado toda a sanidade
Para buscar a minha humanidade.
- Você é louco! - me dizem.
- Vá viver! - me ordenam.
Eu vivo a vida que escolhi viver
E morrerei do jeito que há de ser.
Ando, tropeço, caio, levanto
E com minhas mãos enxugo meu pranto.
- Por que isso agora? - indagam.
- Você ainda é jovem! - concluem.
Porque é assim que à noite sonho
Mesmo vivendo um presente medonho.
Revejo o passado, vislumbro o amanhã
E um dia minha história não terá sido vã.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Último suspiro
- Poupe suas forças.
- Minha vida está acabando. Só tenho mais um suspiro.
- Use-o para meditar. Liberte-se desse mundo, como você foi ensinado. Deixe seu espírito vagar na eternidade com seu último suspiro. Não o desperdice comigo.
- Desperdicei minha vida toda. Quero lhe dizer com meu último suspiro que sempre te amei.
E pouco antes de seu derradeiro suspiro, Li Mu Bai disse:
- Prefiro ser um fantasma vagando ao seu lado, como uma alma condenada, a ir para o céu sem você. Por causa do seu amor, jamais serei um espírito solitário.
(Diálogo retirado do filme "O Tigre e o Dragão". Li Mu Bai, um lendário guerreiro, tinha sido envenenado, e Shu Lien, sua companheira de batalhas e também seu grande amor, estava assistindo seu amado morrer aos poucos)
No deserto
- E o menino se tornou um bandido. Não achou as estrelas, então roubou meu pente.
- Aqui, lutamos para sobreviver. Tem de ser de um grupo para poder viver. Devagar, esse grupo passar a ser sua família. Essa história de Nuvem Negra é só para assustar e facilitar as coisas.
- Então continua aquele menino que procura as estrelas.
- Sou um homem. E agora encontrei a mais linda das estrelas.
(Diálogo retirado do filme "O Tigre e o Dragão". Lo, um ladrão dos desertos, e Jen, uma princesa, estavam no deserto contemplando o céu estrelado e descobrindo o amor)
Eu, modo de usar
Ou chegar com delicadeza
Mas não tão devagar que me faça dormir.
Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar...
Toque muito em mim
Principalmente nos cabelos
E minta sobre minha nocauteante beleza.
Tenha vida própria,
Me faça sentir saudaeds,
Conte algumas coisas que me façam rir...
Viaje antes de me conhecer,
Sofra antes de mim para reconhecer-me...
Acredite nas verdades que digo
E também nas mentiras, elas serão raras
e sempre por uma boa causa.
Respeite meu choro,
Me deixe sozinha,
Só volte quando eu chamar e,
Não me obedeça sempre
que eu também gosto de ser contrariada
Então fique comigo quando eu chorar, combinado?
Me conte seus segredos...
Me faça massagem nas costas.
Não fume,
Beba,
Chore,
Eleja algumas contravenções.
Me rapte!
Se nada disso funcionar...
Experimente me amar!
(Texto de Martha Medeiros)
sábado, 5 de dezembro de 2009
"Tô pronta"
- Olá! Tô sim. O que houve?
- Nada não. É que... tava querendo falar com você, mas precisava ser pessoalmente. Tem como você ir lá em casa mais tarde?
- Tem sim! Quando eu sair daqui do trabalho, passo lá. 20h tá bom?
- Tá sim. Então posso te esperar mesmo?
- Pode sim. Estarei lá!
- Ok! Tô te esperando. Beijos!
- Beijos!
Mais tarde...
- Oi, tudo bem? Nossa, quanto tempo não venho aqui! Fizeram reforma?
- Pois é, na verdade, é aquela famosa pintura de fim de ano que sempre faço. Você sabe muito bem que não consigo ver minha casa bagunçada.
- Sei mesmo. Até porque foram 3 anos juntos. Eu tinha que aprender alguma coisa sobre você, né?
- Verdade. Mas senta aí! Você quer água? Imagino que essa rua deu canseira.
- Ah, aceito sim! Num precisa ser gelada não.
- Tá.
Enquanto seguia para a cozinha pra buscar água, pensou: "O que eu tô fazendo? Já passou tanto tempo... Será que me aceitaria de volta?". Enchendo o copo: "Fizemos tantas coisas enquanto estávamos separados... A essa altura já deve estar com outra pessoa! Que merda, tinha esquecido desse detalhe!". Ao voltar para a sala:
- O que tá fazendo aí em pé?
- Ah, vendo essas fotos aqui da estante. Caramba, essa aqui é sua sobrinha?
- É sim.
- Nossa, como cresceu... Ela tá uma moça! Imagino que o pai dela morra de ciúmes, né?
- Um pouco. Mas minha sobrinha tem juízo. Depois que o pai dela e minha irmã se separaram, passei a educá-la também. E daí ela cresceu sem esses comportamentos que a gente vê por aí.
- Viu? Ter feito Licenciatura ajudou bastante hahahaha!
- Hahahaha!
Em meios as risadas, pensou: "É agora! Vou falar pra irmos pro meu quarto."
- Então, a gente podia subir, né?
- Ah tá! Vamo sim.
Já no quarto:
- Diga lá. O que tanto você queria falar?
- Nada demais. Só queria te rever, saber como anda a faculdade, o trabalho...
- Entendi. Bem... a faculdade eu termino nesse semestre. Tô estagiando numa academia em Copa e também lá na Gávea, no Clube do Flamengo. Pelo menos dá pra me manter no apê que comprei.
- Sério mesmo?! Que demais!!! Então você teve que deixar aquele trabalho no escritório?
- Pois é, tive sim. Também, já tava na hora. Eu não podia ficar me predendo ali pra sempre.
- Fez muito bem. É isso aí!
- Mas me fale sobre você. Continua dando aula no Pedro II? E o casamento?
- Tô lá sim. Tem dias que aqueles meninos me tiram do sério, mas nada que uma boa prova-surpresa não dê jeito. Quanto ao casamento, não houve. Na verdade, nunca imaginamos algo do tipo. Eu imaginava com você.
- Disse bem: "Imaginava". Isso tá no passado e bem resolvido. Certo?
- Ah, sim! Claro... hã... muito bem resolvido. E...
- Nossa, já tá tarde! Como o tempo passa rápido quando a gente conversa. Bom, tenho que ir. Fala pra sua mãe que eu deixei um beijão pra ela!
- Falo sim.
- Ok. Então me dá um abraço aqui e me leva até a porta.
Durante o abraço, um flash de memória perpassou sua mente. A saudade transformou-se em fogo, que se transformou em impulso. Quando se deram por conta, ele e ela estavam aos beijos na parede. Ela se desvencilhou, empurrando-o.
- Não dá! Tá errado!
- Mas por que tá errado, se você sabe que eu te amo e você me ama?
- Por que você tem namorada! Não é justo traí-la dessa forma. Não era você mesmo que disse que não queria mentir, que queria ser transparente?
- Então serei transparente com você agora: eu e ela terminamos há 1 mês. Fiquei desorientado, meio perdido... A 1ª pessoa que veio em minha mente foi você. Então liguei.
- E você sabia que eu jamais deixaria de atender um pedido seu.
- Pois é.
- Danadinho você rsrsrsrs
- Rsrsrsrsrs
- Então, olha aqui nos meus olhos. Tá olhando bem?
- Tô sim.
- Ok. Então lá vai: Amor, tô pronta!
- Pronta? Como assim "pronta"?
- Ai! Você não lembra do que falei há algum tempo? Quando chegasse a hora, eu olharia nos seus olhos e diria: "Tô pronta". Pois bem, tô pronta!
- Lembrei. Então vou falar: Princesa, você quer casar comigo?
- Quero sim, meu príncipe!
- Então vem cá e me beija logo!
Beijos nessa noite, na posterior e nas demais.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
A você, amigo
Já se imaginou sem chão? Agora imagine se não houvesse alguém que lhe puxasse para cima.
Já se imaginou sem rumo? Imagine se não houvesse quem segurasse suas mãos e endireitasse seus passos.
Amigos são presentes que a vida nos dá. E é a você, amigo, que escrevo.
A você, amigo, que me chama pra balada, pra maratonas de cinema, pra algum quiosque UP, viagens a Rio das Ostras ou qualquer outra parada. Não porque você seja "de pista" (tá, você é um pouco), mas porque você não quer me ver triste, chorando solitário, perdido em meus devaneios piscianos.
A você, amigo, que na verdade é um amigo recente, que pouco sabe de mim e eu pouco sei de você. Mas mesmo assim, há sinceridade nos nossos papos, nos nossos risos discretos, no seu sotaque mineiro. Com você, percebi que ainda é possível haver pureza nas pessoas.
A você, amiga, que não poderia deixar de ser citada aqui. Que é a 1ª a saber das minhas alegrias e das minhas dores. Você que já riu comigo, chorou comigo, riu por minha causa e chorou por minha causa também. Nem sei colocar em palavras o que sinto por você. Só sei que sinto e gosto de sentir.
A você, amigo, que é quase um pai pra mim. Você me ensina a superar os limites do meu corpo e da minha mente. Suas palavras me marcam como os golpes que desfere, com a força de um urso, a leveza de um gato, a precisão de uma águia, a beleza de uma garça. Você não deixa meu espírito esmorecer diante dos desafios que a vida me impõe.
A você, amigo, que acompanhou minhas lágrimas no seu quarto. Você que tem conselhos dignos, tão dignos quanto suas interjeições. Não importa o babado que aconteça, se tem muita ou pouca confusão, ou se há gritaria daqui e dali. Você adora o perigo do novo, dos riscos em prol da felicidade.
A vocês, amigos, que se verão em minhas palavras, agradeço pelo carinho, pelos conselhos e, principalmente, por me manterem em pé. Amo vocês!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Leão na mata

Ouço seus passos, mas eles não vêm em minha direção. Ao contrário, afastam-se. Ouço sua voz, mas ela já não me guia. Ao contrário, apenas me confunde. Seu toque ainda me incendeia, mas o meu já não lhe comove.
Fico espreitando, como um leão na mata. Você não me verá, mas sentirá minha presença aos poucos. Correrás de mim, em seu novo abrigo se esconderás, e lá zombarás de mim.
Rirás das minhas tentativas fracassadas, da minha obsessão incabível, da minha triste alegria...
Mas um dia, seus passos correrão em minha direção, sua voz gritará meu nome e suplicarás por meu toque. E morrerás em meus braços.
domingo, 8 de novembro de 2009
Fatos e fotos
Tenho aprendido. Aprendi que errar é natural. Aprendi que acertar é difícil. Aprendi que amar machuca. E que machucar é fácil.
Contemplo meus dias como quem folheia um álbum. Vejo as fotos. Relembro os fatos.
Escrevendo minha vida, por vezes meu traçado é forte, marcando outras vidas. Por vezes, fraco, furtivo e tímido, mas assim mesmo deixa minha impressão.
Você é livre para folhear meu álbum, ler minha história e também deixar suas impressões. Marque-me com seu sorriso ou com suas lágrimas, mas não passe pela minha vida sem deixar um pouco da sua.
sábado, 7 de novembro de 2009
Riscos ridículos

Perguntei a Fernando: "Por que cartas de amor são ridículas?". Ele simplesmente disse: "Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas."
Ridículo é esconder-se num teatro de fábulas mentirosas para satisfazer a outrem.
Ridículo é ter palavras certas pra todos e não usá-las para si mesmo. Ridículo é deixar o amor da sua vida ir...
Riscos, todos corremos!
Riscos marcaram a pele dessa paixão. Riscos rasgaram as entranhas da separação. Riscos de passos ficaram pelo chão.
Cada passo em sua própria direção. Em cada direção, uma nova paixão.
Novos riscos para cada coração.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
A professora de redação
Não adianta querer detê-la, pois ela encara, luta, arrisca-se, desvencilha-se, vence. E além disso, quando sorri, parece a Glória Maria...
(Rio de Janeiro, 24/03/2004. Texto descritivo, a pedido da Andréa Estrela, professora de redação do Pré-Vestibular São Sebastião. Claro que eu tinha que descrevê-la. E ela é isso tudo MESMO)
Sobre meu travesseiro
Ah, se eu pudesse me afogar todas as noites nos seus lábios!
Ah, quem me dera sentir seu calor em cada centímetro do meu corpo!
domingo, 18 de outubro de 2009
As palavras e eu
No âmbito da escrita, gosto de ter liberdade, sem me prender a temas ou opiniões de terceiros. No entanto, é necessário inspiração e, em certos momentos, admito não a possuir.
Ao ler, preciso encontrar algo nos textos que me seduza, como um convite a um banquete, onde eu possa desfrutar de sabores já familiares e experimentar outros desconhecidos.
Enfim, preciso ter afinidade pela forma em que as palavras estão dispostas para poder me utilizar delas.
(Texto feito também no Pré-Vestibular São Sebastião. Nesse dia, eu estava sem inspiração nenhuma. Ainda mais com um tema desses. Tem até um comentário da Edileusa nesse rascunho que achei: "Nossa! Olha que você me disse que não estava saindo nada da sua cabeça! Imagina se tivesse saindo? Muito bom!")
Meu coração
Se encontra gélido.
É quase um sólido.
E de forma errônea
Se entremeia
Em meio a um sonho.
Vive a procurar.
Não pára de tentar.
Quer algo encontrar.
Por que está assim,
Batendo forte em mim?
Será esse o fim?
Não!
Dispensa o temor
E retorna ao fulgor.
Assuma esse amor!
Transpõe a solidão
E agarra a emoção...
Assim é meu coração.
Esperando o melhor
- Perdi minha casa numa enchente, por causa das chuvas - afirmou Maria Antônia que, com o filho no colo, aguardava por esmolas ao pé da Igreja Nossa Senhora da Penha.
Josefa dos Santos, dona de casa, que estava visitando a igreja, disse que dar esmolas é um "alívio temporário".
- Não adianta dar esmolas a essas pessoas, pois quando o dinheiro acabar, irão pedir por mais. É um alívio temporário - afirmou.
Enquanto se espera por alguma campanha de resgate aos moradores de rua, essa população desfavorecida continua a viver em condições desumanas.
(Rio de Janeiro, 23/03/2004. Andréa Estrela, professora de redação do Pré-Vestibular São Sebastião, pediu que nós fizessemos uma redação como se fosse uma notícia de jornal. Segue o comentário dela: "Ótima apresentação dos fatos, seja aqueles que fazem parte da explicação do autor, ou as falas das pessoas sobre o assunto. Um único deslize foi a não igualdade do tempo verbal das formas em destaque. Verifique-as. No geral, um texto muito bom.")
Herança Perfeita
Criança dos meus sonhos,
Te levarei no meu braço,
Onde seres medonhos
Não terão espaço.
E quando subires a escada do viver,
Sentirás meu carinho ao teu lado:
Um caso de amor que, sem perceber,
Aconteceu lá atrás, no passado.
Subirás até alcançar o Sol
E o tomarás como eu te disser.
Serás também um farol
Para aquele que depois de ti vier.
(Rio de Janeiro, 18/03/2004. Diego Veríssimo, professor de redação no Pré-Vestibular São Sebastião pediu que fizessemos uma poesia. Saiu isso!)
Só tu
De todos que me abraçaram,
Foram tantos que nem sei.
Foram tantos que me amaram,
Foram tantos que amei.
Mas tu, de rude contraste.
Tu que jamais me beijaste,
Tu que jamais me abraçaste,
Só tu nesta alma ficaste,
De todos que eu amei.
(Rio de Janeiro, 27/05/2005. A Nádyla, uma das minhas amigas no Pré-Vestibular São Sebastião, me deu esse texto. Não sei se é de autoria dela ou de outra pessoa, mas vale a pena compartilhá-lo)
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Tem a ver comigo, sim
Sabe aqueles dias em que você se acha "o cara"? Então, meus dias têm sido assim. Coisas novas vêm acontecendo. Novas pessoas têm aparecido.
Não sei se tudo isso é pra melhor ou pior. Fato é que minha vida está em outro rumo, mesmo com saudades do que eu tinha antes.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
LEMBRANÇAS DE MIM (homenagem a Edileusa)


Lembranças? Ah, tenho muitas... Os risos infindáveis, os bilhetinhos escondidos, os comentários na ponta da língua. Durante a semana, chegávamos tarde em casa. Aos sábados, um dia inteiro dedicando-se.
No início, nem amigos éramos. E no passar do ano, já éramos um grupo. Uns mantiveram-se, outros dispersaram.
Mas o sonho jamais morreu. E quando ele chegou, trouxe também noites mal dormidas, fins de semana sem ver um rapaz interessante, súplicas do tipo “Posso sair mais cedo?”, e aquela famosa dor de barriga.
Lembranças? Tenho sim! E me orgulho de todas elas. Cheguei onde muitos querem chegar. Alcancei um dos meus objetivos. E tantos outros tenho pra alcançar.
Meus passos podem até se apagar com o tempo, mas as lembranças, essas sim, jamais desaparecerão.
Meu nome? Edileusa Clotilde Filomeno. Filomeno por parte de pai, Clotilde por parte de mãe. Sou Pedagoga, formada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
(Homenagem a minha grande amiga e confidente pela sua formatura)
quarta-feira, 25 de março de 2009
Ouro fedido
Acha que peguei pesado? Tenho meus argumentos.
Uma das coisas que muito me incomoda é a injustiça. E não importa em que nível hierárquico, financeiro, social, religioso a pessoa esteja: injustiça é sempre ruim! E quando a pessoa a quem deveríamos recorrer é o "injusticeiro", putz!
Certas coisas têm ocorrido por esses dias e um cheiro de falcatrua perpassa pelo ar. No entanto, como cara otimista que sou, aguardarei o porvir.
terça-feira, 24 de março de 2009
Primeirão
Criei esse blog porque gosto de escrever (óbvio) e também porque uma professora de Português Instrumental da faculdade me aconselhou a fazê-lo, já que eu tinha bastante desenvoltura na matéria.
Ainda não sei bem o que escrever por aqui. Sei que vários bloggers usam dessa ferramenta pra protestos, debates, "segundas vidas", etc.
Sendo assim, o que eu achar que devo escrever, escreverei.