31/12: Reveillon. Datas comemorativas são superlativos dos dias comuns.
Esse prefixo "super" é interessante. Dá pra vê-lo na palavra "superação".
2009 foi um ano marcante. Houve mudanças de postura, de comportamento, de vida. Aqueles que se esbaldavam sem preocupação, vivendo lances inesperados e luxuriosos, hoje são ladies e gentlemen. Não que estejam presos a um padrão, mas se superaram, vivendo elegantemente, sem exageros. Uma vida na medida.
Por outro lado, o prefixo "sub", como em "submissão", já não é tão interessante assim. Às vezes, precisamos nos submeter a certas situações não tão agradáveis. Uma delas é a perda. Perder amigos, perder amores... Perder uma noite inteira com uma pessoa que lhe promete mundos e fundos (Odeio isso!).
Mas mesmo que as palavras acima transmitam ideias antagônicas, por quê não submeter-se a espera para superar a impaciência? É tão ruim assim fazer papel de idiota em prol de um bem maior?
Minha experiência me mostrou que todas as tentativas foram válidas, mesmo que nem sempre acertadas. Na maioria delas, fui um completo babaca, mas me trouxeram de volta a alegria antes distante.
Você não precisa concordar comigo, e sabe bem disso. Mas eu jamais poderia, logo hoje, no fim desse ano, não lhe deixar palavras para refletir.
Se seu intento é futil, sinceramente, desista dele! Mas se é nobre, se é uma história leblonística digna de Manoel Carlos, ou até mesmo um dramalhão mexicano, mesmo assim, vale a pena.
Eu sei.
P.S.: Prefiro que seja uma história de Manoel Carlos kkkkkkkkkkkkk
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
Desabafo
"Eu não gosto do bom gosto. Eu não gosto de bom senso. Eu não gosto dos bons modos. Não gosto." (Adriana Calcanhotto)
Você me conhece?
Acho que não!
Nem eu me conheço totalmente.
Você olha nos meus olhos e vê paz,
Mas há muita coisa por trás desses óculos.
Você se encanta com meu jeito manso de ser,
Mas, por dentro, escondo um vulcão adormecido.
Sei ser paciente e também tempestivo.
Sorrio pra você do mesmo modo que fecho meu semblante.
Minha alegria é tão evidente quanto minha insatisfação.
Sei a diferença entre sinceridade e "forçar a barra".
Entre amor e paixão.
Entre fazer amor e fazer sexo.
E saiba de uma coisa:
Jamais serei novamente apenas um CORPO para você!
Você me conhece?
Acho que não!
Nem eu me conheço totalmente.
Você olha nos meus olhos e vê paz,
Mas há muita coisa por trás desses óculos.
Você se encanta com meu jeito manso de ser,
Mas, por dentro, escondo um vulcão adormecido.
Sei ser paciente e também tempestivo.
Sorrio pra você do mesmo modo que fecho meu semblante.
Minha alegria é tão evidente quanto minha insatisfação.
Sei a diferença entre sinceridade e "forçar a barra".
Entre amor e paixão.
Entre fazer amor e fazer sexo.
E saiba de uma coisa:
Jamais serei novamente apenas um CORPO para você!
Mudanças
Olho no espelho.
Quem eu sou?
Meu rosto já não é como antes.
Tampouco eu.
Folheio um livro
Buscando algo que me alente.
Luto com minhas lágrimas.
Não quero comover ninguém
Nem divulgar meu lamento,
Mas é aqui,
Na solidão do meu quarto
Que reflito sobre meus dias.
Amigos são benvindos.
Amores, idem.
Mas minha convicta reclusão
Tem-me feito crescer.
Mudo meus traços,
Mudo meus hábitos,
Mudo o imutável.
Traço outros passos,
Habituo-me em novos braços...
Conheço a mim.
Quem eu sou?
Meu rosto já não é como antes.
Tampouco eu.
Folheio um livro
Buscando algo que me alente.
Luto com minhas lágrimas.
Não quero comover ninguém
Nem divulgar meu lamento,
Mas é aqui,
Na solidão do meu quarto
Que reflito sobre meus dias.
Amigos são benvindos.
Amores, idem.
Mas minha convicta reclusão
Tem-me feito crescer.
Mudo meus traços,
Mudo meus hábitos,
Mudo o imutável.
Traço outros passos,
Habituo-me em novos braços...
Conheço a mim.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Humano

Vivo no limiar de minha loucura,
Vago na chuva, na noite, sempre à procura.
Deixei de lado toda a sanidade
Para buscar a minha humanidade.
- Você é louco! - me dizem.
- Vá viver! - me ordenam.
Eu vivo a vida que escolhi viver
E morrerei do jeito que há de ser.
Ando, tropeço, caio, levanto
E com minhas mãos enxugo meu pranto.
- Por que isso agora? - indagam.
- Você ainda é jovem! - concluem.
Porque é assim que à noite sonho
Mesmo vivendo um presente medonho.
Revejo o passado, vislumbro o amanhã
E um dia minha história não terá sido vã.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Último suspiro
- Shu Lien...
- Poupe suas forças.
- Minha vida está acabando. Só tenho mais um suspiro.
- Use-o para meditar. Liberte-se desse mundo, como você foi ensinado. Deixe seu espírito vagar na eternidade com seu último suspiro. Não o desperdice comigo.
- Desperdicei minha vida toda. Quero lhe dizer com meu último suspiro que sempre te amei.
E pouco antes de seu derradeiro suspiro, Li Mu Bai disse:
- Prefiro ser um fantasma vagando ao seu lado, como uma alma condenada, a ir para o céu sem você. Por causa do seu amor, jamais serei um espírito solitário.
(Diálogo retirado do filme "O Tigre e o Dragão". Li Mu Bai, um lendário guerreiro, tinha sido envenenado, e Shu Lien, sua companheira de batalhas e também seu grande amor, estava assistindo seu amado morrer aos poucos)
- Poupe suas forças.
- Minha vida está acabando. Só tenho mais um suspiro.
- Use-o para meditar. Liberte-se desse mundo, como você foi ensinado. Deixe seu espírito vagar na eternidade com seu último suspiro. Não o desperdice comigo.
- Desperdicei minha vida toda. Quero lhe dizer com meu último suspiro que sempre te amei.
E pouco antes de seu derradeiro suspiro, Li Mu Bai disse:
- Prefiro ser um fantasma vagando ao seu lado, como uma alma condenada, a ir para o céu sem você. Por causa do seu amor, jamais serei um espírito solitário.
(Diálogo retirado do filme "O Tigre e o Dragão". Li Mu Bai, um lendário guerreiro, tinha sido envenenado, e Shu Lien, sua companheira de batalhas e também seu grande amor, estava assistindo seu amado morrer aos poucos)
No deserto
- Uma noite, quando era menino, vi mil estrelas cadentes. Pensei: "Para onde elas foram?" Sou órfão, por isso procurava as estrelas sozinho. Achava que, se fosse até o fim do deserto, eu as encontraria. Desde então, vivo no deserto.
- E o menino se tornou um bandido. Não achou as estrelas, então roubou meu pente.
- Aqui, lutamos para sobreviver. Tem de ser de um grupo para poder viver. Devagar, esse grupo passar a ser sua família. Essa história de Nuvem Negra é só para assustar e facilitar as coisas.
- Então continua aquele menino que procura as estrelas.
- Sou um homem. E agora encontrei a mais linda das estrelas.
(Diálogo retirado do filme "O Tigre e o Dragão". Lo, um ladrão dos desertos, e Jen, uma princesa, estavam no deserto contemplando o céu estrelado e descobrindo o amor)
- E o menino se tornou um bandido. Não achou as estrelas, então roubou meu pente.
- Aqui, lutamos para sobreviver. Tem de ser de um grupo para poder viver. Devagar, esse grupo passar a ser sua família. Essa história de Nuvem Negra é só para assustar e facilitar as coisas.
- Então continua aquele menino que procura as estrelas.
- Sou um homem. E agora encontrei a mais linda das estrelas.
(Diálogo retirado do filme "O Tigre e o Dragão". Lo, um ladrão dos desertos, e Jen, uma princesa, estavam no deserto contemplando o céu estrelado e descobrindo o amor)
Eu, modo de usar
Pode invadir
Ou chegar com delicadeza
Mas não tão devagar que me faça dormir.
Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar...
Toque muito em mim
Principalmente nos cabelos
E minta sobre minha nocauteante beleza.
Tenha vida própria,
Me faça sentir saudaeds,
Conte algumas coisas que me façam rir...
Viaje antes de me conhecer,
Sofra antes de mim para reconhecer-me...
Acredite nas verdades que digo
E também nas mentiras, elas serão raras
e sempre por uma boa causa.
Respeite meu choro,
Me deixe sozinha,
Só volte quando eu chamar e,
Não me obedeça sempre
que eu também gosto de ser contrariada
Então fique comigo quando eu chorar, combinado?
Me conte seus segredos...
Me faça massagem nas costas.
Não fume,
Beba,
Chore,
Eleja algumas contravenções.
Me rapte!
Se nada disso funcionar...
Experimente me amar!
(Texto de Martha Medeiros)
Ou chegar com delicadeza
Mas não tão devagar que me faça dormir.
Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar...
Toque muito em mim
Principalmente nos cabelos
E minta sobre minha nocauteante beleza.
Tenha vida própria,
Me faça sentir saudaeds,
Conte algumas coisas que me façam rir...
Viaje antes de me conhecer,
Sofra antes de mim para reconhecer-me...
Acredite nas verdades que digo
E também nas mentiras, elas serão raras
e sempre por uma boa causa.
Respeite meu choro,
Me deixe sozinha,
Só volte quando eu chamar e,
Não me obedeça sempre
que eu também gosto de ser contrariada
Então fique comigo quando eu chorar, combinado?
Me conte seus segredos...
Me faça massagem nas costas.
Não fume,
Beba,
Chore,
Eleja algumas contravenções.
Me rapte!
Se nada disso funcionar...
Experimente me amar!
(Texto de Martha Medeiros)
sábado, 5 de dezembro de 2009
"Tô pronta"
- Alô! Hum... tá podendo falar?
- Olá! Tô sim. O que houve?
- Nada não. É que... tava querendo falar com você, mas precisava ser pessoalmente. Tem como você ir lá em casa mais tarde?
- Tem sim! Quando eu sair daqui do trabalho, passo lá. 20h tá bom?
- Tá sim. Então posso te esperar mesmo?
- Pode sim. Estarei lá!
- Ok! Tô te esperando. Beijos!
- Beijos!
Mais tarde...
- Oi, tudo bem? Nossa, quanto tempo não venho aqui! Fizeram reforma?
- Pois é, na verdade, é aquela famosa pintura de fim de ano que sempre faço. Você sabe muito bem que não consigo ver minha casa bagunçada.
- Sei mesmo. Até porque foram 3 anos juntos. Eu tinha que aprender alguma coisa sobre você, né?
- Verdade. Mas senta aí! Você quer água? Imagino que essa rua deu canseira.
- Ah, aceito sim! Num precisa ser gelada não.
- Tá.
Enquanto seguia para a cozinha pra buscar água, pensou: "O que eu tô fazendo? Já passou tanto tempo... Será que me aceitaria de volta?". Enchendo o copo: "Fizemos tantas coisas enquanto estávamos separados... A essa altura já deve estar com outra pessoa! Que merda, tinha esquecido desse detalhe!". Ao voltar para a sala:
- O que tá fazendo aí em pé?
- Ah, vendo essas fotos aqui da estante. Caramba, essa aqui é sua sobrinha?
- É sim.
- Nossa, como cresceu... Ela tá uma moça! Imagino que o pai dela morra de ciúmes, né?
- Um pouco. Mas minha sobrinha tem juízo. Depois que o pai dela e minha irmã se separaram, passei a educá-la também. E daí ela cresceu sem esses comportamentos que a gente vê por aí.
- Viu? Ter feito Licenciatura ajudou bastante hahahaha!
- Hahahaha!
Em meios as risadas, pensou: "É agora! Vou falar pra irmos pro meu quarto."
- Então, a gente podia subir, né?
- Ah tá! Vamo sim.
Já no quarto:
- Diga lá. O que tanto você queria falar?
- Nada demais. Só queria te rever, saber como anda a faculdade, o trabalho...
- Entendi. Bem... a faculdade eu termino nesse semestre. Tô estagiando numa academia em Copa e também lá na Gávea, no Clube do Flamengo. Pelo menos dá pra me manter no apê que comprei.
- Sério mesmo?! Que demais!!! Então você teve que deixar aquele trabalho no escritório?
- Pois é, tive sim. Também, já tava na hora. Eu não podia ficar me predendo ali pra sempre.
- Fez muito bem. É isso aí!
- Mas me fale sobre você. Continua dando aula no Pedro II? E o casamento?
- Tô lá sim. Tem dias que aqueles meninos me tiram do sério, mas nada que uma boa prova-surpresa não dê jeito. Quanto ao casamento, não houve. Na verdade, nunca imaginamos algo do tipo. Eu imaginava com você.
- Disse bem: "Imaginava". Isso tá no passado e bem resolvido. Certo?
- Ah, sim! Claro... hã... muito bem resolvido. E...
- Nossa, já tá tarde! Como o tempo passa rápido quando a gente conversa. Bom, tenho que ir. Fala pra sua mãe que eu deixei um beijão pra ela!
- Falo sim.
- Ok. Então me dá um abraço aqui e me leva até a porta.
Durante o abraço, um flash de memória perpassou sua mente. A saudade transformou-se em fogo, que se transformou em impulso. Quando se deram por conta, ele e ela estavam aos beijos na parede. Ela se desvencilhou, empurrando-o.
- Não dá! Tá errado!
- Mas por que tá errado, se você sabe que eu te amo e você me ama?
- Por que você tem namorada! Não é justo traí-la dessa forma. Não era você mesmo que disse que não queria mentir, que queria ser transparente?
- Então serei transparente com você agora: eu e ela terminamos há 1 mês. Fiquei desorientado, meio perdido... A 1ª pessoa que veio em minha mente foi você. Então liguei.
- E você sabia que eu jamais deixaria de atender um pedido seu.
- Pois é.
- Danadinho você rsrsrsrs
- Rsrsrsrsrs
- Então, olha aqui nos meus olhos. Tá olhando bem?
- Tô sim.
- Ok. Então lá vai: Amor, tô pronta!
- Pronta? Como assim "pronta"?
- Ai! Você não lembra do que falei há algum tempo? Quando chegasse a hora, eu olharia nos seus olhos e diria: "Tô pronta". Pois bem, tô pronta!
- Lembrei. Então vou falar: Princesa, você quer casar comigo?
- Quero sim, meu príncipe!
- Então vem cá e me beija logo!
Beijos nessa noite, na posterior e nas demais.
- Olá! Tô sim. O que houve?
- Nada não. É que... tava querendo falar com você, mas precisava ser pessoalmente. Tem como você ir lá em casa mais tarde?
- Tem sim! Quando eu sair daqui do trabalho, passo lá. 20h tá bom?
- Tá sim. Então posso te esperar mesmo?
- Pode sim. Estarei lá!
- Ok! Tô te esperando. Beijos!
- Beijos!
Mais tarde...
- Oi, tudo bem? Nossa, quanto tempo não venho aqui! Fizeram reforma?
- Pois é, na verdade, é aquela famosa pintura de fim de ano que sempre faço. Você sabe muito bem que não consigo ver minha casa bagunçada.
- Sei mesmo. Até porque foram 3 anos juntos. Eu tinha que aprender alguma coisa sobre você, né?
- Verdade. Mas senta aí! Você quer água? Imagino que essa rua deu canseira.
- Ah, aceito sim! Num precisa ser gelada não.
- Tá.
Enquanto seguia para a cozinha pra buscar água, pensou: "O que eu tô fazendo? Já passou tanto tempo... Será que me aceitaria de volta?". Enchendo o copo: "Fizemos tantas coisas enquanto estávamos separados... A essa altura já deve estar com outra pessoa! Que merda, tinha esquecido desse detalhe!". Ao voltar para a sala:
- O que tá fazendo aí em pé?
- Ah, vendo essas fotos aqui da estante. Caramba, essa aqui é sua sobrinha?
- É sim.
- Nossa, como cresceu... Ela tá uma moça! Imagino que o pai dela morra de ciúmes, né?
- Um pouco. Mas minha sobrinha tem juízo. Depois que o pai dela e minha irmã se separaram, passei a educá-la também. E daí ela cresceu sem esses comportamentos que a gente vê por aí.
- Viu? Ter feito Licenciatura ajudou bastante hahahaha!
- Hahahaha!
Em meios as risadas, pensou: "É agora! Vou falar pra irmos pro meu quarto."
- Então, a gente podia subir, né?
- Ah tá! Vamo sim.
Já no quarto:
- Diga lá. O que tanto você queria falar?
- Nada demais. Só queria te rever, saber como anda a faculdade, o trabalho...
- Entendi. Bem... a faculdade eu termino nesse semestre. Tô estagiando numa academia em Copa e também lá na Gávea, no Clube do Flamengo. Pelo menos dá pra me manter no apê que comprei.
- Sério mesmo?! Que demais!!! Então você teve que deixar aquele trabalho no escritório?
- Pois é, tive sim. Também, já tava na hora. Eu não podia ficar me predendo ali pra sempre.
- Fez muito bem. É isso aí!
- Mas me fale sobre você. Continua dando aula no Pedro II? E o casamento?
- Tô lá sim. Tem dias que aqueles meninos me tiram do sério, mas nada que uma boa prova-surpresa não dê jeito. Quanto ao casamento, não houve. Na verdade, nunca imaginamos algo do tipo. Eu imaginava com você.
- Disse bem: "Imaginava". Isso tá no passado e bem resolvido. Certo?
- Ah, sim! Claro... hã... muito bem resolvido. E...
- Nossa, já tá tarde! Como o tempo passa rápido quando a gente conversa. Bom, tenho que ir. Fala pra sua mãe que eu deixei um beijão pra ela!
- Falo sim.
- Ok. Então me dá um abraço aqui e me leva até a porta.
Durante o abraço, um flash de memória perpassou sua mente. A saudade transformou-se em fogo, que se transformou em impulso. Quando se deram por conta, ele e ela estavam aos beijos na parede. Ela se desvencilhou, empurrando-o.
- Não dá! Tá errado!
- Mas por que tá errado, se você sabe que eu te amo e você me ama?
- Por que você tem namorada! Não é justo traí-la dessa forma. Não era você mesmo que disse que não queria mentir, que queria ser transparente?
- Então serei transparente com você agora: eu e ela terminamos há 1 mês. Fiquei desorientado, meio perdido... A 1ª pessoa que veio em minha mente foi você. Então liguei.
- E você sabia que eu jamais deixaria de atender um pedido seu.
- Pois é.
- Danadinho você rsrsrsrs
- Rsrsrsrsrs
- Então, olha aqui nos meus olhos. Tá olhando bem?
- Tô sim.
- Ok. Então lá vai: Amor, tô pronta!
- Pronta? Como assim "pronta"?
- Ai! Você não lembra do que falei há algum tempo? Quando chegasse a hora, eu olharia nos seus olhos e diria: "Tô pronta". Pois bem, tô pronta!
- Lembrei. Então vou falar: Princesa, você quer casar comigo?
- Quero sim, meu príncipe!
- Então vem cá e me beija logo!
Beijos nessa noite, na posterior e nas demais.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
A você, amigo
"Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!" (Vinícius de Moraes)
Já se imaginou sem chão? Agora imagine se não houvesse alguém que lhe puxasse para cima.
Já se imaginou sem rumo? Imagine se não houvesse quem segurasse suas mãos e endireitasse seus passos.
Amigos são presentes que a vida nos dá. E é a você, amigo, que escrevo.
A você, amigo, que me chama pra balada, pra maratonas de cinema, pra algum quiosque UP, viagens a Rio das Ostras ou qualquer outra parada. Não porque você seja "de pista" (tá, você é um pouco), mas porque você não quer me ver triste, chorando solitário, perdido em meus devaneios piscianos.
A você, amigo, que na verdade é um amigo recente, que pouco sabe de mim e eu pouco sei de você. Mas mesmo assim, há sinceridade nos nossos papos, nos nossos risos discretos, no seu sotaque mineiro. Com você, percebi que ainda é possível haver pureza nas pessoas.
A você, amiga, que não poderia deixar de ser citada aqui. Que é a 1ª a saber das minhas alegrias e das minhas dores. Você que já riu comigo, chorou comigo, riu por minha causa e chorou por minha causa também. Nem sei colocar em palavras o que sinto por você. Só sei que sinto e gosto de sentir.
A você, amigo, que é quase um pai pra mim. Você me ensina a superar os limites do meu corpo e da minha mente. Suas palavras me marcam como os golpes que desfere, com a força de um urso, a leveza de um gato, a precisão de uma águia, a beleza de uma garça. Você não deixa meu espírito esmorecer diante dos desafios que a vida me impõe.
A você, amigo, que acompanhou minhas lágrimas no seu quarto. Você que tem conselhos dignos, tão dignos quanto suas interjeições. Não importa o babado que aconteça, se tem muita ou pouca confusão, ou se há gritaria daqui e dali. Você adora o perigo do novo, dos riscos em prol da felicidade.
A vocês, amigos, que se verão em minhas palavras, agradeço pelo carinho, pelos conselhos e, principalmente, por me manterem em pé. Amo vocês!
Já se imaginou sem chão? Agora imagine se não houvesse alguém que lhe puxasse para cima.
Já se imaginou sem rumo? Imagine se não houvesse quem segurasse suas mãos e endireitasse seus passos.
Amigos são presentes que a vida nos dá. E é a você, amigo, que escrevo.
A você, amigo, que me chama pra balada, pra maratonas de cinema, pra algum quiosque UP, viagens a Rio das Ostras ou qualquer outra parada. Não porque você seja "de pista" (tá, você é um pouco), mas porque você não quer me ver triste, chorando solitário, perdido em meus devaneios piscianos.
A você, amigo, que na verdade é um amigo recente, que pouco sabe de mim e eu pouco sei de você. Mas mesmo assim, há sinceridade nos nossos papos, nos nossos risos discretos, no seu sotaque mineiro. Com você, percebi que ainda é possível haver pureza nas pessoas.
A você, amiga, que não poderia deixar de ser citada aqui. Que é a 1ª a saber das minhas alegrias e das minhas dores. Você que já riu comigo, chorou comigo, riu por minha causa e chorou por minha causa também. Nem sei colocar em palavras o que sinto por você. Só sei que sinto e gosto de sentir.
A você, amigo, que é quase um pai pra mim. Você me ensina a superar os limites do meu corpo e da minha mente. Suas palavras me marcam como os golpes que desfere, com a força de um urso, a leveza de um gato, a precisão de uma águia, a beleza de uma garça. Você não deixa meu espírito esmorecer diante dos desafios que a vida me impõe.
A você, amigo, que acompanhou minhas lágrimas no seu quarto. Você que tem conselhos dignos, tão dignos quanto suas interjeições. Não importa o babado que aconteça, se tem muita ou pouca confusão, ou se há gritaria daqui e dali. Você adora o perigo do novo, dos riscos em prol da felicidade.
A vocês, amigos, que se verão em minhas palavras, agradeço pelo carinho, pelos conselhos e, principalmente, por me manterem em pé. Amo vocês!
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