Sinto frio, mas meu corpo arde. Chamas febris. Brasas sutis.
Levam de mim o pouco de fôlego que ainda me resta. Vou me esvaindo em prantos secos, sem lágrima, sem ânimo.
Causa mortis: Amores perdidos, decepções, devaneios.
Inesperado como um raio. Cortou o céu, rasgou a noite.
CONTO QUE NÃO CONTO
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
sábado, 9 de julho de 2011
Cartas tolas
Acabei de saber que meu beijo machuca.
Jamais pensei que um beijo pudesse machucar.
Beijo é amor, carinho, confiança.
Tem cheiro de rosas, gosto de chocolate e calor de gente.
E faz escrever cartas tolas, como todas que escrevi.
Bichinho do amor
Quando sozinho, à noite, o coração apertar,
Permita-me, pelo menos, tentar te consolar.
Quando a luz do luar teu quarto adentrar,
Permita-me dela também compartilhar.
Quando um monstro medonho teu sono perturbar,
Permita-me, pois dele consigo me livrar.
E quando o bichinho do amor denovo te picar,
Permita-me - peço-te - contigo namorar.
Permita-me, pelo menos, tentar te consolar.
Quando a luz do luar teu quarto adentrar,
Permita-me dela também compartilhar.
Quando um monstro medonho teu sono perturbar,
Permita-me, pois dele consigo me livrar.
E quando o bichinho do amor denovo te picar,
Permita-me - peço-te - contigo namorar.
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