Eu nunca disse que iria te esquecer. Na verdade, não houve um dia em que eu não lembrasse de você. Às vezes, mais... Às vezes, menos... mas lembrava. E ainda lembro. Só não sei se te desejo.
Às vezes, como hoje, eu de cara nos cadernos, lembro de você. E daí me sinto um idiota, por acreditar no que acredito, por espalhar meu discurso idealista aos Quatro Ventos!
Tento todos os dias tirar seu corpo tatuado de sobre o meu. Suas marcas ainda não saíram de mim.