domingo, 18 de abril de 2010

O que tá acontecendo?

Na quinta-feira,
Sua imagem na cabeça e um susto na madrugada.
Um fim de semana de muita febre e garganta inflamada.

O que deveria estar em você, acabou em mim,
Como se eu mesmo me tivesse atraído esse fim.

A chuva anunciada, finalmente, se avizinha,
Trazendo de volta a tormenta minha.

E adormeci...

Meus olhos se cerraram por um instante. Vi-me tropeçando. Acordei de súbito, como se um sentinela vigiasse meu sono e me ordenasse acordar. Projeções de um futuro não muito distante batem a porta, prenunciando fatos que já me parecem tão corriqueiros. Vivo o amanhã nos dias de hoje.

Uma balada

Pessoas bonitas. Pessoas lindas. Pessoas espetaculares...

Seis lábios diferentes e sem nome. E um deles percorreu o meu corpo naquela noite. Na verdade, já era a manhã de um domingo.

Exalava maturidade, cumplicidade, sofisticação. Senti muito zelo em cada toque. Uma ternura sem igual. Sua respiração guiava meu instinto mais carnal: o prazer. Perdi meu medo. Esqueci minha história... O que tinha de mais importante naquele momento eram as linhas que delimitavam a cama.

E mesmo percorrendo ruas, bares e esquinas, o que mais desejo está a distância de um telefonema.