domingo, 18 de abril de 2010

Uma balada

Pessoas bonitas. Pessoas lindas. Pessoas espetaculares...

Seis lábios diferentes e sem nome. E um deles percorreu o meu corpo naquela noite. Na verdade, já era a manhã de um domingo.

Exalava maturidade, cumplicidade, sofisticação. Senti muito zelo em cada toque. Uma ternura sem igual. Sua respiração guiava meu instinto mais carnal: o prazer. Perdi meu medo. Esqueci minha história... O que tinha de mais importante naquele momento eram as linhas que delimitavam a cama.

E mesmo percorrendo ruas, bares e esquinas, o que mais desejo está a distância de um telefonema.

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