Filho meu,
Criança dos meus sonhos,
Te levarei no meu braço,
Onde seres medonhos
Não terão espaço.
E quando subires a escada do viver,
Sentirás meu carinho ao teu lado:
Um caso de amor que, sem perceber,
Aconteceu lá atrás, no passado.
Subirás até alcançar o Sol
E o tomarás como eu te disser.
Serás também um farol
Para aquele que depois de ti vier.
(Rio de Janeiro, 18/03/2004. Diego Veríssimo, professor de redação no Pré-Vestibular São Sebastião pediu que fizessemos uma poesia. Saiu isso!)
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