terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Dora

Dora. Melhor dizendo: Maria Auxiliadora. Gente boa essa dona. Um amor sem igual. Um carinho sem explicação. Diziam até que foi por causa de um gatinho...

O que essa mulher tinha no peito não tinha nome, de tão forte que era. Foi ali que seus filhos cresceram, como rosas que sugam da Mãe Terra o seu alimento.

Era dali que saía a voz eufórica ao som da minha chegada. E tudo por causa de um gatinho...

Se eu soubesse alguma fórmula mágica, eu tinha enchido esse gatinho com super poderes de proteção. Ele seria seu fiel guardião. E nada lhe aconteceria.

Mas seria muito egoísmo meu privar os anjos de tão divertida companhia. Então quando a gente se encontrar outra vez,vou levar outro gatinho para ela.

(Essa é minha homenagem póstuma à Dora, mãe da Rose, uma mulher que me adorava sem explicação. Saudades de você, Dora!)

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